sentir chapecó

Textos: Valéria Marcondes e Angélica Lüersen
Fotos: Angélica Lüersen

explorar sentidos construindo felicidades

Sentir na pele o toque cuidadoso, satisfazer o paladar, agradar olhos e ouvidos.

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Há um mundo para além da minha janela. Posso viajar, conhecer e experimentar a cozinha italiana, descobrir o que há de melhor na Alemanha, degustar um carmenere chileno ou uma cerveja húngara, mas há, na volta para casa, um certo encanto. Trago na mala de mão um tanto de experiências que sei, irei compartilhar com amigos, entre risadas, num dia gostoso de outono. Aqui em Chapecó, desde novembro podemos desfrutar tardes agradáveis e gastar algumas horas provando as delícias da Pão de Mimo Cozinha Artesanal.

Na Pão de Mimo o mise en place não começa na disposição dos ingredientes à mesa para preparar os cannolis, mas na produção orgânica de alimentos, entregues à porta. Aliás, a reconhecida chef brasileira Roberta Sudbrack já dizia que no Brasil o nosso mise en place começa na natureza.

Os mimos e o primor estão presentes no preparo e nas mãos de Juliano da Rosa e de Kamila Oliveira, sócios-proprietários da Pão de Mimo. Estão no espaço aconchegante e reservado, nas flores sobre a mesa, no café e nos alimentos delicadamente servidos nas louças que foram da dona Léia, mãe de Juliano. “Herdei muito da dona Léia, especialmente o carinho pela gastronomia. Nossa cozinha é autoral. Não adicionamos conservantes e selecionamos os ingredientes priorizando suas melhores qualidades”, conta o chef Juliano.

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Eu a conheci há dois anos, mas há seis Diana está no mesmo endereço. À rua Minas Gerais, 29, fui para cuidar do meu corpo e espírito. Impossível sair indiferente. Me reconecto, recarrego as energias e percebo o quanto é intenso sentir-me em equilíbrio. A massagem relaxante, as pedras quentes, um banho aromatizante, a energia do ambiente me fazem esquecer a agitação da vida moderna. E não é difícil. Ali mesmo, bem no centro de Chapecó, não se ouve nada além de uma música calma escolhida com zelo para cada cliente.

"Um lugar com grandes oportunidades de trabalho e crescimento, ideal para criar os filhos e prosperar". Foi isso que ouvi de Diana Gaida quando perguntei sobre sua escolha por Chapecó. Não é só isso. Diana vê no seu trabalho a possibilidade de acolher e oferecer um olhar abrangente sobre bem estar. Algo que se leve para a vida. "Gosto de estar aqui. Sinto paz e alegria e procuro transmitir isso aos meus clientes". Diana é a proprietária do Orvalho do Mar - day spa. Junto à ela, outros profissionais estão focados na cura do corpo e da alma daqueles que buscam uma pausa para si.

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Sentir na pele o toque cuidadoso. Satisfazer o paladar, agradar olhos e ouvidos. Estar com pessoas que nos fazem bem, conviver com a família. Ter um trabalho que signifique troca, crescimento… eu poderia rascunhar uma lista de coisas que me fazem escolher Chapecó como o meu lugar. E pra você, o que significa sentir Chapecó?